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quinta-feira

Caiu na rede é MULHER! Elas já são maioria nas redes sociais

Estou aqui escrevendo este artigo, ao mesmo tempo em que converso no MSN, deixo o Facebook aberto para acompanhar as atualizações dos amigos e assim que acabar vou Twittar que o artigo já está no ar. É assim hoje a realidade de muitas pessoas, em especial, das mulheres.

Nós, mulheres, já somos maioria nas redes sociais!

De acordo com o gráfico abaixo, do escritor David McCandless, é mostrado o domínio feminino no mundo nas plataformas sociais participativas.

O levantamento aponta que as mulheres dominam 12 dos 17 espaços de mídia social visualizados. Vale destacar a liderança nas redes sociais de grande importância e conhecimento como Facebook , Twitter, Ning e My Space.

No Brasil, segundo dados do instituto de pesquisa de inteligência Sophia Mind, 93% das mulheres entrevistadas, que acessam a internet, utilizam pelo menos uma rede social.

O mais interessante é que estas mídias não são mais de uso exclusivo de adolescentes e jovens. Se filtrarmos por faixa etária, as que mais usam as mídias sociais são mulheres de 41 a 50 anos com 62% de participação. As demais faixas ficam entre 56% a 60%.

Mas, o que tanto estas mulheres fazem nas mídias sociais?
Conversam, trocam idéias com amigos e familiares, se relacionam, compartilham vídeos e fotos, acompanham blogs, fóruns de interesse e buscam informações sobre produtos e marcas, em sua maioria.

O principal motivo que as levam às redes sociais é poder se comunicar com os amigos e familiares. Porém, nem só de diversão vive uma mulher que participa de redes sociais. Elas também as utilizam para atualização de notícias, uso acadêmico e network. E mais, muitas delas já admitem não conseguir ficar sem usar a internet por um dia inteiro.

O mundo digitalizado e o uso das redes sociais diferem um pouco de acordo com o estado civil das usuárias. Uma mulher solteira, por exemplo, despende mais tempo em mídias de relacionamento e microblogs (como o Twitter, por exemplo) e tem o perfil muito semelhante ao das separadas ou viúvas. Já as casadas, utilizam um pouco menos (embora estatisticamente não seja grande a diferença), tendo destaque somente no compartilhamento de fotos em relação às demais.

Além do aumento do uso destas mídias através de computadores, a mulher também conquistou seu espaço no acesso móvel (por celular, ou melhor, Smartphone, como mostra o gráfico abaixo).

Conforme levantamento da Nielsen no final de 2009, elas representaram 55% de participação neste meio.


Isto deve- se principalmente a ascensão das mulheres na carreira, o que possibilita o aumento do consumo. Com isso, produtos e serviços (neste caso, o smartphone) que facilitem as suas tarefas são privilegiados na escolha de compras.

Um dado interessante é que a freqüência de acesso às redes sociais está crescendo a passos largos, seja no trabalho, em casa ou em viagens. Viagens? Sim! De acordo com uma pesquisa feita pela Wyndham Worldwide, quase metade das mulheres entrevistadas acessam redes sociais durante uma viagem, sendo 50% delas através de smartphones.

E a principal rede acessada é o Facebook para atualizar os amigos e familiares sobre a viagem.

Muitas empresas que vendem produtos/serviços para o público feminino descobriram a importância de estarem presentes no mundo das redes sociais. É dentro deste universo que as mulheres trocam experiências de uso e sugerem melhorias.

No caso do Twitter, por exemplo, as mulheres seguem as empresas com o principal objetivo de participar de promoções, seguido por receberem informações e notícias relevantes da empresa.

Enquanto que no Facebook o peso das promoções, informações e novidades sobre a marca ou produto são praticamente equivalentes. Aqui, as usuárias tem a oportunidade de “curtir” a marca.

Um bom exemplo de ação em mídias sociais foi o da marca de sabão Ariel (da Procter & Gamble) para o lançamento do Ariel Líquido.

A ação foi criada pela agência África, com foco total em web. E para tornar o tema relevante foi elaborada uma solução baseada em um comportamento típico das mulheres nas redes sociais: a lavação de roupa suja.

Começou então o “Lavando Roupa Suja com Fernanda Torres”, uma minissérie de cinco episódios desenvolvidos para a internet, estrelados por Fernanda Torres, com roteiros de Alexandre Machado e Fernanda Young, dirigidos por José Alvarenga Júnior.

Cada episódio tem cerca de três minutos e abordam assuntos diferentes, como: Relacionamento sem Manchas, Deu Branco, Amizades Coloridas, Dissolvendo Mal-Entendidos e Discussão que Rende.

Além disso, foi agregado à campanha aplicativos como cards, vídeos e amostra grátis de Ariel líquido com o intuito de reativar “amizades de molho ou com manchas”. Vale a pena conferir esta campanha que soube aproveitar bem a capacidade de interação das redes sociais.

Fica aqui o recado: empresas aproveitem estas excelentes ferramentas de marketing – as redes sociais. Mas, atenção: não basta estar presente, tem que participar, e acima de tudo, escutar o que estas consumidoras tem a dizer.

As redes sociais vieram para ficar e a cada dia surge uma nova ferramenta que permite medir ou melhorar este contato com as consumidoras. Ah, e não se esqueça de respeitar a privacidade do seu consumidor.


Para elas ou para eles? Cerveja para todos!



Diferente das últimas propagandas de cervejas, a agência África criou para a Brahma uma proposta criativa e envolvente para ambos os sexos.

Eis aqui um ótimo exemplo bem humorado e com conhecimento da mulher moderna! Sim, elas bebem cerveja e sim, elas são românticas. Ah, e elas competem também (cena em que resolvem tomar as cervejas deles).

De acordo com pesquisas realizadas com mulheres de 25 a 50 anos, cerca de 88% destas bebem cerveja.

E ainda, os sentimentos que vem a sua mente quando pensam em consumir cerveja são: descontração (53%), confraternização (43%) e refrescância (21%). Muito bem retratados na propaganda ao representarem a cena em que todas as amigas estão reunidas para assistir uma paixão nacional – o futebol!

Até que enfim, uma propaganda para as mulheres participarem como consumidoras e não como co-adjuvantes.

Como sugestão para a agência África, na próxima versão da propaganda colocaria as mulheres no estádio e os homens em casa, criando situações de surpresa para eles ao verem as esposas tão animadas no estádio.

E se fossemos a Brahma pensaríamos em lançar um produto que se encaixe para o gosto das mulheres, que preferem cervejas mais leves e de cores claras. Isto, sem falar no milagre das baixas calorias.

Vamos aguardar!

Fonte da Pesquisa: Sophia Mind

Não basta ser bonita, tem que ter tecnologia!




Já ouviu falar em extensão de linha? Pois é com esta estratégia de produto que a Sony acabou de lançar a sua câmera digital Cyber Shot Desire.


A extensão de linha foi a estratégia adotada pela marca para complementar o portfólio com este novo modelo direcionado para mulheres. Um dos objetivos da extensão de linha é incrementar a lucratividade e neste caso específico aumentar o conhecimento da marca, já que trata-se de um item diferenciado e com bom apelo em design.

A marca apostou no design customizado para mulheres – com cristais e arabescos nas versões de cores: branca e rosa. Além disso, conta com alta tecnologia - 14,1 megapixels, smile shutter e face detection, atendendo muito bem a mulher que está mais exigente e não quer só um produto “bonitinho”.

Uma recente pesquisa revelou que as mulheres estão e muito interessadas em adquirir produtos tecnológicos em geral– cerca de 81% delas tem interesse em comprá-los nos próximos 6 meses.

O preço sugerido da câmera pela Sony é R$1199,00. E o item preço tem a representatividade de 35% na decisão da compra da consumidora segundo a mesma pesquisa, seguidos por segurança – 28% e garantia – 21%.

                                                                                                                                Fonte da pesquisa: Sophia Mind